Auditoria fiscal de ISSQN para municípios

A receita pode estar menor no PGDAS-D. O problema é encontrar onde — e provar.

O Tech Fisco lê as declarações que o próprio contribuinte entregou, cruza umas com as outras, aponta onde os números não fecham e entrega a peça fiscal pronta.

Ambiente de treinamento com dados fictícios. Sem instalação e sem enviar arquivo de contribuinte.

Dados sob custódia municipal 945 testes automatizados Peças fiscais geradas pelo sistema

Por que a fiscalização de ISS perde base de cálculo

A informação existe. O cruzamento costuma chegar tarde.

Base subdeclarada

O PGDAS-D diz uma coisa. A despesa, o banco ou a NFS-e dizem outra.

Sem colocar as fontes lado a lado por exercício, a diferença fica espalhada entre arquivos que já estavam disponíveis para a fiscalização.

Trabalho manual

O auditor precisa transformar planilhas diferentes em uma linha de raciocínio.

Selecionar colunas, somar competências, conferir CNPJ e reconstruir lançamentos consome o tempo que deveria estar na análise fiscal.

Processo vulnerável

Um valor sem memória de cálculo e fundamento não basta.

Quando a apuração não registra a fonte, o critério e as explicações que foram afastadas, a peça nasce com lacunas difíceis de corrigir depois.

Como funciona a auditoria fiscal de ISSQN

Quatro etapas. Cada conclusão deixa rastro.

O auditor continua decidindo. O sistema organiza a evidência, apresenta o critério e redige a saída para revisão.

Fluxo completo do Tech Fisco Importar declarações, cruzar dados, priorizar achados e gerar a peça fiscal 1ImportarECD, ECF, EFD,PGDAS-D, DEFIS,NFS-e, banco e CT-e 2CruzarO sistema comparafontes e registraa memória de cálculo 3InvestigarAchados priorizados,com hipóteses queprecisam ser afastadas 4FormalizarTermo, relatório,parecer e auto pararevisão do auditor

Cruzamento do Simples Nacional

A maior base encontrada fica visível — e fundamentada.

Para cada exercício, o sistema compara a receita do PGDAS-D com três candidatos. Registra o maior, calcula a base aferida e mostra qual fundamento sustentou o resultado.

Ver o cruzamento completo
A

Despesa considerada

Folha + compras + despesas declaradas na DEFIS.

B

Movimentação financeira

Créditos bancários confrontados com a receita.

C

Escrita fiscal / NFS-e

Notas de serviço emitidas no exercício.

Valores fictícios para demonstrar a seleção da maior base
ExercícioPGDAS-DA · DespesaB · BancoC · NFS-eMaior candidato
2024 FictícioR$ 820.000R$ 910.000R$ 1.180.000R$ 965.000B · Banco

Dossiê investigativo · malha fiscal do ISSQN

Dez regras para abrir a investigação pelo ponto certo.

Cada achado traz critério técnico, repercussão no ISS, fundamento, providências e explicações legítimas a verificar antes de qualquer autuação.

01

ISS retido pelo tomador

Declaração de terceiro sem contrapartida no contribuinte.

02

Receita × NFS-e

Receita contábil que não fecha com as notas emitidas.

03

Crédito sem lastro

Entrada bancária sem origem identificada.

04

Entrada sem receita

Ingresso sem registro correspondente de receita.

05

Caixa credor

Saldo negativo de caixa: impossibilidade material.

06

Importação de serviço

Serviço tomado do exterior sem recolhimento.

07

Passivo contra PL

Baixa de obrigação sem passagem pela receita.

08

I050 × I051

Conta inconsistente com o plano referencial.

09

Passivo contra despesa

Receita disfarçada em dois lançamentos.

10

Receita contra despesa

Receita anulada contra despesa no mesmo lote.

Examinar as 10 regras

Sigilo fiscal, LGPD e custódia municipal

Os dados não saem da prefeitura.

A aplicação não depende de CDN, não usa telemetria e não chama serviços externos para processar os arquivos fiscais. A prefeitura controla o ambiente, o armazenamento e o acesso.

Isso reduz a circulação de informação protegida pelo art. 198 do CTN e ajuda o município a definir controles compatíveis com a LGPD.

Entender a arquitetura de custódia

Para o auditor fiscal e para a secretaria de fazenda

Veja o Tech Fisco pelo problema que você precisa resolver.

Trabalho individual

Sou auditor fiscal

Quero reduzir o retrabalho da apuração, abrir o achado já contextualizado e sair da análise com a peça redigida para revisão.

Ver a rotina do auditor →
Gestão da fiscalização

Represento uma secretaria

Quero ampliar a capacidade de análise, padronizar a fundamentação, preservar a custódia do dado e acompanhar uma trilha reconstituível.

Ver a visão da secretaria →

Evidência de campo

A estrutura está pronta. A prova precisa ser real.

Esta área receberá casos autorizados, identificáveis e documentados antes da publicação.

Resultado verificável

{{PROVA_A_PREENCHER}}

Resultado real, sem promessa de desempenho futuro.

Relato de quem usa

{{DEPOIMENTO_A_PREENCHER}}

Depoimento real de auditor ou gestor, com nome e cargo autorizados.

Referência institucional

{{MUNICIPIO_CLIENTE_A_PREENCHER}}

Referência autorizada, sem selo ou certificação inventados.

Perguntas frequentes

O que a secretaria costuma perguntar antes da primeira conversa.

O que é o Tech Fisco?

É um sistema de auditoria fiscal de ISSQN para municípios. Ele importa as declarações e escriturações que a fiscalização já recebe — PGDAS-D, DEFIS, NFS-e, ECD, ECF, EFD, extratos bancários e CT-e —, cruza essas fontes por exercício, aponta onde os valores não fecham e redige a peça fiscal correspondente para revisão do auditor.

Como funciona o cruzamento do PGDAS-D com a DEFIS e a NFS-e?

Para cada exercício o sistema compara a receita declarada no PGDAS-D com três candidatos: a despesa considerada na DEFIS (folha, compras e despesas), a movimentação financeira creditada em conta e a receita documentada em NFS-e ou escrita fiscal. O maior candidato válido é registrado, a base aferida é calculada e o fundamento que sustentou o resultado fica gravado na memória de cálculo.

Ver o cruzamento do Simples Nacional em detalhe.

O município pode fiscalizar empresa optante pelo Simples Nacional?

Sim. A competência de fiscalizar o ISS devido por optante do Simples Nacional é do ente municipal, nos termos da Lei Complementar 123/2006. O Tech Fisco organiza a evidência e a fundamentação desse trabalho; a qualificação do fato, a decisão de lançar e a condução do procedimento permanecem com a autoridade fiscal competente.

Os dados fiscais saem da prefeitura?

Não. A aplicação roda sob custódia municipal: não depende de CDN, não usa telemetria e não envia os arquivos fiscais para serviços externos processarem. O município controla o servidor, o armazenamento e os perfis de acesso, o que reduz a circulação de informação protegida pelo art. 198 do CTN e facilita o desenho de controles compatíveis com a LGPD.

Entender a arquitetura de custódia.

O sistema emite auto de infração automaticamente?

Não. Nenhuma regra gera autuação automática. O sistema produz indícios priorizados, cada um acompanhado do critério técnico, da repercussão no ISS, do fundamento e das explicações legítimas que precisam ser afastadas antes de qualquer lançamento. As peças — termo, relatório, parecer e auto — nascem redigidas, mas só valem depois da revisão e da assinatura do auditor.

Que arquivos o município precisa ter para começar?

O suficiente para o primeiro cruzamento costuma ser PGDAS-D e DEFIS do contribuinte, mais NFS-e do período. Extrato bancário, ECD, ECF, EFD e CT-e ampliam o alcance das regras investigativas, mas não são pré-requisito para ver o mecanismo funcionando.

Ver a sequência operacional completa.

Qual infraestrutura a prefeitura precisa manter?

Um servidor dimensionado para processar arquivos de ECD, armazenamento persistente e protegido, rede com TLS e perfis de acesso definidos, além de políticas explícitas de retenção, descarte, operação e atualização. Os requisitos estão descritos na página de segurança para que a equipe de TI possa avaliá-los antes da conversa comercial.

Dá para testar antes de contratar?

Sim. O ambiente de treinamento permite percorrer todo o fluxo — importação, cruzamento, fila de achados e emissão de peça — com dados fictícios, sem instalação e sem enviar nenhum arquivo de contribuinte real.

Leve um conjunto de arquivos reais da rotina. Veja o cruzamento acontecer.

A conversa começa pelas fontes que o município já recebe e pelo procedimento que precisa instruir.

Ver demonstração (abre em nova aba) Falar com a equipe