O PGDAS-D diz uma coisa. A despesa, o banco ou a NFS-e dizem outra.
Sem colocar as fontes lado a lado por exercício, a diferença fica espalhada entre arquivos que já estavam disponíveis para a fiscalização.
Auditoria fiscal de ISSQN para municípios
O Tech Fisco lê as declarações que o próprio contribuinte entregou, cruza umas com as outras, aponta onde os números não fecham e entrega a peça fiscal pronta.
Ambiente de treinamento com dados fictícios. Sem instalação e sem enviar arquivo de contribuinte.
Por que a fiscalização de ISS perde base de cálculo
Sem colocar as fontes lado a lado por exercício, a diferença fica espalhada entre arquivos que já estavam disponíveis para a fiscalização.
Selecionar colunas, somar competências, conferir CNPJ e reconstruir lançamentos consome o tempo que deveria estar na análise fiscal.
Quando a apuração não registra a fonte, o critério e as explicações que foram afastadas, a peça nasce com lacunas difíceis de corrigir depois.
Como funciona a auditoria fiscal de ISSQN
O auditor continua decidindo. O sistema organiza a evidência, apresenta o critério e redige a saída para revisão.
O Tech Fisco produz indícios e documentos de apoio. A qualificação do fato, a decisão de lançar e a condução do procedimento permanecem com a autoridade fiscal competente.
Cruzamento do Simples Nacional
Para cada exercício, o sistema compara a receita do PGDAS-D com três candidatos. Registra o maior, calcula a base aferida e mostra qual fundamento sustentou o resultado.
Ver o cruzamento completoFolha + compras + despesas declaradas na DEFIS.
Créditos bancários confrontados com a receita.
Notas de serviço emitidas no exercício.
| Exercício | PGDAS-D | A · Despesa | B · Banco | C · NFS-e | Maior candidato |
|---|---|---|---|---|---|
| 2024 Fictício | R$ 820.000 | R$ 910.000 | R$ 1.180.000 | R$ 965.000 | B · Banco |
Exemplo exclusivamente ilustrativo. Não representa resultado obtido por contribuinte ou município real.
Dossiê investigativo · malha fiscal do ISSQN
Cada achado traz critério técnico, repercussão no ISS, fundamento, providências e explicações legítimas a verificar antes de qualquer autuação.
Declaração de terceiro sem contrapartida no contribuinte.
Receita contábil que não fecha com as notas emitidas.
Entrada bancária sem origem identificada.
Ingresso sem registro correspondente de receita.
Saldo negativo de caixa: impossibilidade material.
Serviço tomado do exterior sem recolhimento.
Baixa de obrigação sem passagem pela receita.
Conta inconsistente com o plano referencial.
Receita disfarçada em dois lançamentos.
Receita anulada contra despesa no mesmo lote.
Sigilo fiscal, LGPD e custódia municipal
A aplicação não depende de CDN, não usa telemetria e não chama serviços externos para processar os arquivos fiscais. A prefeitura controla o ambiente, o armazenamento e o acesso.
Isso reduz a circulação de informação protegida pelo art. 198 do CTN e ajuda o município a definir controles compatíveis com a LGPD.
Entender a arquitetura de custódiaPara o auditor fiscal e para a secretaria de fazenda
Quero reduzir o retrabalho da apuração, abrir o achado já contextualizado e sair da análise com a peça redigida para revisão.
Ver a rotina do auditor →Quero ampliar a capacidade de análise, padronizar a fundamentação, preservar a custódia do dado e acompanhar uma trilha reconstituível.
Ver a visão da secretaria →Evidência de campo
Esta área receberá casos autorizados, identificáveis e documentados antes da publicação.
{{PROVA_A_PREENCHER}}Resultado real, sem promessa de desempenho futuro.
{{DEPOIMENTO_A_PREENCHER}}Depoimento real de auditor ou gestor, com nome e cargo autorizados.
{{MUNICIPIO_CLIENTE_A_PREENCHER}}Referência autorizada, sem selo ou certificação inventados.
Perguntas frequentes
É um sistema de auditoria fiscal de ISSQN para municípios. Ele importa as declarações e escriturações que a fiscalização já recebe — PGDAS-D, DEFIS, NFS-e, ECD, ECF, EFD, extratos bancários e CT-e —, cruza essas fontes por exercício, aponta onde os valores não fecham e redige a peça fiscal correspondente para revisão do auditor.
Para cada exercício o sistema compara a receita declarada no PGDAS-D com três candidatos: a despesa considerada na DEFIS (folha, compras e despesas), a movimentação financeira creditada em conta e a receita documentada em NFS-e ou escrita fiscal. O maior candidato válido é registrado, a base aferida é calculada e o fundamento que sustentou o resultado fica gravado na memória de cálculo.
Sim. A competência de fiscalizar o ISS devido por optante do Simples Nacional é do ente municipal, nos termos da Lei Complementar 123/2006. O Tech Fisco organiza a evidência e a fundamentação desse trabalho; a qualificação do fato, a decisão de lançar e a condução do procedimento permanecem com a autoridade fiscal competente.
Não. A aplicação roda sob custódia municipal: não depende de CDN, não usa telemetria e não envia os arquivos fiscais para serviços externos processarem. O município controla o servidor, o armazenamento e os perfis de acesso, o que reduz a circulação de informação protegida pelo art. 198 do CTN e facilita o desenho de controles compatíveis com a LGPD.
Não. Nenhuma regra gera autuação automática. O sistema produz indícios priorizados, cada um acompanhado do critério técnico, da repercussão no ISS, do fundamento e das explicações legítimas que precisam ser afastadas antes de qualquer lançamento. As peças — termo, relatório, parecer e auto — nascem redigidas, mas só valem depois da revisão e da assinatura do auditor.
O suficiente para o primeiro cruzamento costuma ser PGDAS-D e DEFIS do contribuinte, mais NFS-e do período. Extrato bancário, ECD, ECF, EFD e CT-e ampliam o alcance das regras investigativas, mas não são pré-requisito para ver o mecanismo funcionando.
Um servidor dimensionado para processar arquivos de ECD, armazenamento persistente e protegido, rede com TLS e perfis de acesso definidos, além de políticas explícitas de retenção, descarte, operação e atualização. Os requisitos estão descritos na página de segurança para que a equipe de TI possa avaliá-los antes da conversa comercial.
Sim. O ambiente de treinamento permite percorrer todo o fluxo — importação, cruzamento, fila de achados e emissão de peça — com dados fictícios, sem instalação e sem enviar nenhum arquivo de contribuinte real.
As respostas descrevem o funcionamento do sistema. Não constituem orientação jurídica nem substituem a análise da procuradoria e da autoridade fiscal do município.
A conversa começa pelas fontes que o município já recebe e pelo procedimento que precisa instruir.
A ferramenta apoia a investigação e a instrução. Não substitui o juízo técnico da autoridade fiscal nem garante a confirmação do indício ou o resultado de eventual lançamento.